Sustentabilidade na prática: um desafio à “zona de conforto”.

A horta em janelas feitas com garrafas, é mais uma das dicas ecológicas que incentiva pessoas que moram em casas pequenas ou apartamentos a terem uma mini plantação. A ideia é perfeita para plantar chás, temperos ou até plantas de pequeno porte.

Hoje mais uma vez fui presenteada e  convidada a expandir a consciência no sentido de diminuir através de minhas atitudes o impacto do consumo e propiciar um crescimento no processo de promoção de uma vida mais sustentável.

Barreiras para que fiquemos estáticos frente a tantas dificuldades possíveis de se encontrar no processo da autoeducação é o que mais encontramos. Mas muita gente têm desafiado essas barreiras e hoje vive cada dia mais feliz ao estabelecer contato direto com a terra.

Neste dia dos namorados, ao invés de ficar só na troca de presentes materiais, que em longo prazo não constrói pontes para uma relação de amor mais consciente. Tive momentos inesquecíveis na troca de afeto e reconhecimento/reconstrução do companheirismo. Mais principalmente uma chacoalhada e inquietada para que seja dado o primeiro passo na construção de sonhos possíveis.

Fiz algumas perguntas a mim mesma a respeito da forma que vivo, do que me alimento, de onde vem esse alimento e até mesmo o motivo pelo qual quero mudar a minha forma de viver. Há razão para mudar minha forma de vida? Estou satisfeita com a vida que tenho? E pela experiência que tive tendo vivido em uma cidade pequena, me locomovendo de bicicleta para muitos lugares, estando mais em contato com a natureza, comendo alimentos mais saudáveis; vejo inúmeros motivos para mais uma vez recomeçar. Tendo em vista a diferença que há entre fazer o seu próprio sabonete, por exemplo. Entender e participar dos processos de transformação da natureza, além de nos “tirar da caverna” e forçar a sair da zona de conforto, proporciona a magia de compreender o ser, aquilo que somos essencialmente.

Ao observar o ciclo natural da vida dos animais, entender o funcionamento dos mais diversos elementos do ecossistema, como a transformação da lagarta em borboleta. Revela-se o mistério presente na natureza comparado com o que percebemos em nossas vidas.

Instituir novas formas de manejo em todos os aspectos da vida seja ela financeira, espiritual, profissional, social. É promover saúde, bem estar, equilíbrio de nossos corpos, potencializar nosso poder criativo e resgatar aquilo que os povos nativos desta terra faziam ao tirar da terra somente o necessário para viver, sempre buscando uma relação de respeito e harmonia com o planeta e o Universo.

Para finalizar esta reflexão e com uma vontade sobremaneira de iniciar esta nobre e íngreme jornada, tento sintetizar o que senti declarando com firmeza de que foi plantada uma semente, e é imprescindível que ela seja regada com muito amor e zelo, a fim de que cresça e espalhe suas raízes profundamente.

Segue o link de um site super legal e bem prático no sentido de estimular mais e mais práticas sustentáveis Sustentável na Prática.

Inspiração e Escrita

Comecei a fazer uma disciplina na Universidade que trata da formação do professor-leitor.
Inicialmente pensei: vou fazer uma disciplina na sexta-feira a noite pra que?
Despretensiosamente comecei a frequentar essas aulas; e não é que fui surpreendida logo no primeiro dia com a fala da professora Sandra: Para quê escrever?
E continou; Vamos sempre viver com essa mania de reproduzir o que o outro autor que é conceituado escreve? Quando é que vou agir como sujeito criador de novas ideias e textos, os quais quem sabe se tornarão os próprios pensamentos que embasarão as próximas gerações?
A partir daquele momento comecei a refletir sobre a o meu processo de produção escrita, meus pensamentos, minhas ideias e sobre o potencial que elas têm de se tornar sementes. Devia haver um estímulo maior no campo da produção escrita, não somente a academicista, mas a escrita poética e sua força natural de nos colocar em estados de compreensão do eu tendo base os sentimentos do outro (parafraseando Leandro Konder em As artes da palavra:elementos para uma poética marxista).
Produzi um painel temático que clareou significativamente a minha compreensão téorica da poesia, baseando-me nesse livro do Konder, o qual recomendo fortemente a leitura.
Também indico a leitura deste post no blog cultura e consumo desenvolvido pelo professor Francisco Giovani Vieira, que chama onde anda a poesia, acessem neste link: http://culturaeconsumo.blogspot.com.br/2011/08/onde-anda-poesia.html.