Inspiração e Escrita

Comecei a fazer uma disciplina na Universidade que trata da formação do professor-leitor.
Inicialmente pensei: vou fazer uma disciplina na sexta-feira a noite pra que?
Despretensiosamente comecei a frequentar essas aulas; e não é que fui surpreendida logo no primeiro dia com a fala da professora Sandra: Para quê escrever?
E continou; Vamos sempre viver com essa mania de reproduzir o que o outro autor que é conceituado escreve? Quando é que vou agir como sujeito criador de novas ideias e textos, os quais quem sabe se tornarão os próprios pensamentos que embasarão as próximas gerações?
A partir daquele momento comecei a refletir sobre a o meu processo de produção escrita, meus pensamentos, minhas ideias e sobre o potencial que elas têm de se tornar sementes. Devia haver um estímulo maior no campo da produção escrita, não somente a academicista, mas a escrita poética e sua força natural de nos colocar em estados de compreensão do eu tendo base os sentimentos do outro (parafraseando Leandro Konder em As artes da palavra:elementos para uma poética marxista).
Produzi um painel temático que clareou significativamente a minha compreensão téorica da poesia, baseando-me nesse livro do Konder, o qual recomendo fortemente a leitura.
Também indico a leitura deste post no blog cultura e consumo desenvolvido pelo professor Francisco Giovani Vieira, que chama onde anda a poesia, acessem neste link: http://culturaeconsumo.blogspot.com.br/2011/08/onde-anda-poesia.html.

 

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